Todos os anos, as atenções de milhões de pessoas em todo o mundo se voltam para o já conhecido red carpet, o famoso tapete vermelho de Hollywood, por onde desfilam grandes atores e atrizes que ali se fazem presentes na expectativa de serem contemplados com o Oscar, considerado o prêmio máximo da indústria cinematográfica, celebrado como a consagração de um trabalho que rendeu cifras milionárias às produtoras. No entanto, por trás de todo o brilho e de todo o glamour, existe uma realidade que muitos preferem não enxergar: o Oscar nada mais é do que um grande espetáculo de vaidade.
A recente frustração de muitos brasileiros ao verem que o filme “Agente Secreto” não recebeu nenhuma estatueta é apenas mais um capítulo dessa história recheada de frustrações. Grande parte do Brasil torceu para que o filme fosse reconhecido pela Academia e conquistasse ao menos uma de suas quatro indicações. Por toda parte viam-se pessoas unidas na torcida, e muitos até já comemoravam antecipadamente a conquista da estatueta. Mas, não aconteceu. A decepção estampada no rosto de muitos telespectadores e jornalistas reflete bem o que a fama na indústria do entretenimento realmente é: efêmera, passageira, ilusória e incapaz de produzir um verdadeiro contentamento.
Isso nos leva a uma reflexão importante: se o Oscar é, de fato, o reconhecimento máximo da grandeza e da valorização da atuação de grandes personagens, quem realmente seria digno dessa honra tão suprema? Para nós cristãos a resposta não está em Hollywood, mas nas páginas das Escrituras Sagradas. Romanos 11.36 nos lembra: “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!” Muitos atores que conquistaram o Oscar mostraram nas telas de cinema atos de heroísmo e atuações pra lá de inspiradoras, mas na realidade dura da vida, nenhum deles jamais chegou perto do verdadeiro heroísmo demonstrado pelo Filho de Deus. Se fôssemos valorar mesmo quem fez a diferença na história da humanidade, o verdadeiro reconhecimento não deveria ser dado a atores meramente performáticos, mas a Jesus Cristo, o único capaz de trazer verdadeira alegria ao coração humano, algo que os filmes hollywoodianos jamais conseguirão. Na tela da vida, Jesus nos oferece um roteiro incomparável: a mais bela história de amor já contada, cujo êxito não depende da aprovação de críticos de cinema, mas da perfeita vontade de seu Pai celestial, satisfeita na cruz.
E é assim; enquanto o mundo se encanta com prêmios e estatuetas, muitas vezes se esquece de que a maior glória já foi revelada naquilo que ele mais despreza: a cruz do calvário. Isso porque O Oscar premia atuações passageiras; Cristo oferece vida eterna. O Oscar celebra os flashes momentâneos do sucesso; Cristo é a luz que jamais se apaga. O Oscar exalta quem consegue convencer uma plateia; Cristo transforma definitivamente os corações. Na história da redenção, não há tapetes vermelhos, mas o vermelho de um sangue imaculado, derramado por amor.
Portanto, se existe um verdadeiro “Oscar” que realmente importa, ele não pertence a Hollywood, mas ao céu. Lá não há estatuetas, mas coroas, tudo por causa de um simples carpinteiro de Nazaré que mudou a história da humanidade e deu a todo aquele que crê aquilo que o Oscar jamais será capaz de dar: Perdão e Salvação!
Que deixemos de lado a vaidade das premiações humanas e reconheçamos que toda honra, louvor e glória pertencem exclusivamente a Jesus Cristo, o vencedor dos vencedores.
No fim das contas, o que terá valor não serão estatuetas douradas, fotos em capas de revistas ou contratos milionários para um próximo filme, mas o resplendor da glória do grande Deus e Salvador Jesus Cristo, aquele que sempre será, simplesmente, o melhor… em tudo!
Pr. Alex Oliveira – vosso servo!